Um apelo que nos chega através da Paula Costa para ajuda financeira para o Peúgas um gato amoroso protegido pela Rute, mas como todos a os animais de rua o pior aconteceu e não foi um acidente, foi maldade pura, ora leiam a história:
"O Peúgas é um gatinho que era protegido pela Rute e alguns (poucos) moradores da rua, um dia o Peúgas desapareceu, deixando a sua protectora muito aflita como todos imaginamos… Apareceu no dia seguinte no estado em que as fotos mostram..! Quando se aperceberam de um miar conhecido, foram ver e era o Peúgas, ferido, com duas fracturas sendo uma exposta! Miava de desespero, pedia ajuda… Foi de imediato levado para o veterinário, depois de examinado, o diagnóstico foi de vários chumbos nas patas, e as fracturas!
Que maldade, que mal fez o animal para ser tão brutalmente ferido?!
Contra a vontade de algumas pessoas e depois do veterinário ter dito que ele recuperaria a 100% a Rute, decidiu que o Peúgas deveria viver, e assim foi submetido à cirurgia.
A Rute nunca pediu ajuda para nenhum animal, apesar de muitos tratar por sua conta, no entanto neste momento como perdeu o seu emprego não tem como pagar a conta do veterinário, mas o gatinho está vivo graças a ela!
Por isso pedimos ajuda a todos os amigos e defensores dos animais, que ajudem a Rute a pagar a conta do Peúgas, por pouco que seja ela ficará muito agradecida e assim poderá continuar a ajudar os animais que se vão cruzando na sua vida e aqueles que lhe vamos pedindo para ficar como Fat, quem a conhece (e à mãe também) sabe que ela é uma pessoa com um coração muito grande, e que nunca vira as costas a um animal!
(...)Qualquer dúvida que tenham, podem falar com a nossa amiga."
Rute Teixeira: isabel_teixeira@net.novis.pt
O total da despesa do Peúgas ficou em: 328€
NIB de solidariedade 0033 0000 0021 7530 0670 5
DONATIVOS:
PATA VERMELHA 20€
MILENA MELO 13,03€
Quem mais pode ajudar o Peúgas?
São muito variáveis os sinais mas uma marcha anormal, dificuldade em sentar-se levantar ou coxear após uma corrida, dor ao manuseio são situações a ter em atenção e que devem servir de sinal de alarme. A confirmação só poderá ser efectuada após diagnóstico radiográfico.
Esta doença caracteriza-se pela má formação da articulação coxofemural, ou seja, a inserção do membro traseiro na cintura pélvica. Os primeiros sintomas aparecem principalmente por volta dos 4 aos 7 meses de vida, quando o animal afectado começa a coxear e a sentir dor quando se desloca, principalmente nos pisos mais escorregadios.
A displasia da anca pode existir com ou sem sinais clínicos . Não é incomum como já referimos que os animais que apresentem dor deixem de a sentir durante alguns anos e que pareça desaparecer por alguns anos para retornar quando as alterações se tornam mais óbvias. Nem todos os cães com a predisposição genetica desenvolverão sinais clínicos, dependendo das condições que se apresentam no crescimento ao animal.A sobrealimentação com dietas de elevado teor energético cálcio, vitaminas, etc. deve ser evitada sobretudo na idade de crescimento.
Presentemente , a ligação a mais forte aos factores contribuindo para o surgimento nos animais genéticamente predispostos está associada ao ganho rápido de peso e a crescimento acelerado. Em um estudo recente feito em Labradores uma redução significativa no desenvolvimento da displasia da anca ( cerca de 25%) ocorreu num grupo de cachorros com alimentação controlada versus um com alimentação sem controlo.
A confirmação da displasia da anca antes do tratamento é necessária e tem de ser usada pelo método radiográfico.
Existem duas técnicas utilizadas actualmente para o seu diagnóstico:
,O padrão usada na fundação Ortopédica para os animais (OFA) e o método desenvolvida na universidade da Pensilvânia (PennHIP). As radiografias do método PennHIP têm demonstrado ser uma técnica eficaz no diagnóstico em animais com menos de 10 meses de idade.
Tratamento.
Osteotomia tripla-Animais Jovens
A-Antes de cirurgia B- Após cirurgia
Uma vez efectuado o diagnóstico um tratamento é necessário. Para os cães que exibem sinais clínicos com menos do que um ano de idade, um tratamento agressivo pode ajudar a aliviar um sofrimento mais tarde na vida.Um tratamento adequado aliado à cirurgia através da efectivação de uma osteotomia tripla tem uma taxa elevada do sucesso quando feita no tempo apropriado.
Prótese total da anca
A-Antes de cirurgia B- Após cirurgia C- 2 anos após cirurgia Prótese total da Anca em Rottweiler de 14 meses
Os cães que exibem sinais clínicos após a fase do crescimento requerem uma aproximação diferente ao tratamento. É necessário determinar se a situação pode ser controlada pelo tratamento médico que terá o objectivo de manter o nível de conforto do animal.. Se o tratamento médico for insuficiente então o tratamento cirúrgico é possível. O melhor tratamento cirúrgico é a prótese total da anca. Remove-se o acetábulo danificado e a cabeça femoral e substituindo-os por componentes comuns artificiais, a dor é eliminada quase por completo.. Este procedimento é muito eficaz e deve ser a primeira escolha para o tratamento da displasia severa da anca.
Ablação da cabeça do Femur
A-Antes de cirurgia B- Após cirurgia
Em alguns casos, esta cirurgia pode ser além dos recursos financeiros de um proprietário do animal de estimação. Uma cirurgia alternativa é a remoção da cabeça do fêmur. Neste procedimento, a cabeça femoral (peça da esfera da junção do anca) é removida. Isto elimina a maioria do osso ao contacto do osso e pode reduzir a dor substancialmente.
Medicação
Quando um cão mais velho exibe os sintomas associados a displasia é frequentemente possívelefectuar manutenção do mesmo com o recurso a medicação Não há nenhuma vantagem em causar dor.O exercício regular pode ser muito útil e a perda do peso pode ter efeitos dramáticos na quantidade de desconforto sofrida por um cão. Trabalhar com o seu veterinário assistente para vir à mais melhor solução para seu cão.
Um cachorro que tem displasia coxofemural pode viver uma vida normal, mas não deve ser utilizado para reprodução. Mesmo se um descendente é normal, mas os seus pais são doentes, não se deve utilizá-lo para reprodução, pois os seus descendentes podem ter problemas.
Existem diversas categorias de displasia coxofemural, de acordo com a gravidade.A classificação aceite no nosso país, é a proposta pela Federação Cinológica Internacional. (FCI)
Categorias de Displasia Coxofemural
HD - (Categoria A): animal sem displasia
HD +/- (Categoria B): articulação quase normal
HD + (Categoria C): displasia leve
HD ++ (Categoria D): displasia moderada
HD +++ (Categoria E): displasia severa
Para se obter um exame conclusivo este exame é feito no animal com 12 meses de idade. Nas raças gigantes, como o Dogue Alemão,São Bernardo, Mastiff e Mastim Napolitano, este exame deve ser feito com 18 meses. Nestes animais em que a tendência à displasia é grande podem realizar exames preliminares a partir dos 7 meses de idade, para que o veterinário possa controlar a doença, impedindo que o cão sinta muita dor.
Pedimos a todos os amigos que ajudem a Mimosa a ter uma vida mais feliz e sem dores:
"A Mimosa sofre de glaucoma nos 2 olhitos. É difícil saber o porquê da sua origem: pode ser congénito, ser proveniente de lesões nos olhos ou simplesmente ter predisposição para este tipo de problemas que se desenvolvem durante a sua vida. Como não se sabe a história do seu passado, é difícil de determinar a causa.
O que se sabe da Mimosa é que para além de ser uma cadela extremamente dócil, meiga e carinhosa, a Mimosa não foi "bafejada" com a sorte! Foi abandonada pelos donos e entregue num canil municipal onde sobreviveu durante alguns meses.
Qdo foi retirada do canil e a sorte lhe parecia sorrir, eis que aparece a hepatite viral (doença considerada nos dias de hoje rara) e o glaucoma, que já existia num dos olhos, apareceu tb no outro olho.
A Mimosa precisa da nossa ajuda!!!! Neste momento a cadela alegre e brincalhona evoluiu para uma cadela triste e "fechada no seu mundo". Devido ao glaucoma nos 2 olhos, a Mimosa não tem qq visão sobre o mundo que a rodeia. Tem sido mto difícil para ela adaptar-se a esta "nova vida".
Segundo parecer do vet especialista em oftalmologia, a Mimosa tem para além do glaucoma que lhe destruiu a visão dos 2 olhos, uma grande pressão no globo ocular esq., e estando por isso em sofrimento.
Como tal, existem 3 opções para os olhos da Mimosa: "fechar" os olhos, colocar prótese ou fazer uma intervenção a laser. Está a estudar-se a hipótese de se fazer a intervenção a laser, que claro, não será barata!!! Com esta intervenção, as dores que a Mimosa sente deixarão de a incomodar e provavelmente a Mimosa poderá fazer a adaptação a esta nova realidade de forma menos dolorosa.
Para além de tudo isto, a Mimosa tem tb 2 hérnias, uma inquinal e outra umbilical que terão de ser removidas qto antes.
Como é lógico não vamos desistir da Mimosinha, no entanto e com mais animais a cargo,é muito complicado gerir isto tudo a nivel financeiro , a Mimosa não tem culpa de todos os azares que lhe tem batido a porta... á partida seria um animal retirado de um canil com um simples "arranhão" na vista e uma hérnia, tentariamos arranjar uma casinha para ser feliz, mas não...tudo tem aparecido a esta menina...
Se quiser e/ou puder ajudar nesta causa, poderá fazê-lo dando o seu donativo para a conta:
NIB MISSÃO PATAS FELIZES: 0079 0000 4056 5341 10166
Para qualquer esclarecimento adicional, por favor, contactar patasfelizes@gmail.com
Obrigado"
A decisão sobre o tipo de intervenção aos olhos da Mimosa já foi decidida, será feita a laser.
O valor total da intervenção será de 450€, é muito urgente reunir a totalidade do valor pois a Mimosa está em sofrimento. Obrigada a todos os que vão ajudar.
PATA VERMELHA 50€
Mª FERNANDA CORREIA 50€ (através da Pata Vermelha)
Se puder ajudar, não hesite esta menina precisa de si já!...








































